Abstraia o que acredita ser correto e abrace o que parece ser errado

Photo by Alice Dietrich on Unsplash

A imparcialidade na concepção e maturação de uma ideia ao utilizar os conceitos da “Economia da Criação” e da “Economia da Destruição” ajudam a enxergar situações através de perspectivas diferentes. Ambas exigem que façamos uma reflexão inicial sobre os padrões passados, e a partir disso nos permite abrir ou fechar a mente, ou seja, aceitar ou negar novas possibilidades. É exatamente neste momento que temos a oportunidade de abstrair aquilo que acreditávamos ser correto ou abraçar aquilo que parecia ser errado, e assim aplicar o que realmente faz sentido.

Uma vez que abrimos a nossa mente para a receptividade de algo novo, somos então capazes de abrir o coração nos colocando no lugar das pessoas e perceber as circunstâncias na ótica delas. Isso nos ajuda a pensar em formas diferentes para resolver problemas. Por outro lado, aplicar o exercício da mente fechada nos leva a fechar o coração para os sentimentos dos outros, e com isso tomar decisões baseadas na frieza ou simplesmente em números estatísticos.

Steve Jobs disse: “As pessoas não sabem o que querem, até mostrarmos a elas.”.

Podemos simplesmente ter uma ideia altamente disruptiva, que julgamos ser fantástica, algo que ainda não existe no mercado, mas que não está no timing certo para ser implementada. Da mesma forma, podemos considerar ideias que não são tão inovadoras, mas que criam negócios sustentáveis. Se desprender dos achismos e manter o equilíbrio entre a criação e a destruição permite criar o produto certo para o público certo.

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